
Na madrugada deste sábado (3), os Estados Unidos (EUA) teriam executado uma ação militar em território venezuelano que resultou na captura e prisão de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cília Flores. A operação foi anunciada publicamente pelo então presidente norte-americano, Donald Trump.
Após a detenção, o casal teria sido retirado de Caracas e transportado para os Estados Unidos, onde enfrentaria acusações relacionadas a uma suposta “conspiração narcoterrorista”, tráfico internacional de cocaína e posse de armas automáticas e artefatos destrutivos. A ofensiva provocou reações e repercussões geopolíticas em diversos países.
Ataque e captura (02h50 – 03h20)
02h50 | Explosões na capital:
Residentes de Caracas relataram abalos e ruídos intensos de aeronaves militares durante a madrugada. Ao menos sete explosões teriam sido ouvidas ao longo de 30 minutos. Conforme informações atribuídas ao The New York Times, o primeiro ataque teria deixado pelo menos 40 mortos.
03h00 | Incursão da Força Delta:
Unidades de elite da Força Delta teriam invadido o complexo onde Maduro se encontrava com a esposa, Cília Flores. Dados de inteligência da CIA, que acompanhava os hábitos e deslocamentos do líder venezuelano desde agosto, teriam sido determinantes para o êxito da operação.
03h20 | Retirada aérea:
Em menos de trinta minutos, Maduro e Cília teriam sido levados por helicóptero até o navio militar USS Iwo Jima, que estaria estrategicamente posicionado no Mar do Caribe.
Operação encerrada (06h21 – 13h40)
06h21 | Pronunciamento de Trump:
Por meio da rede Truth Social, Donald Trump declarou oficialmente a conclusão da operação: “Os EUA conduziram com êxito uma ofensiva de grande escala. Maduro foi capturado e removido do país por via aérea”.
06h40 | Resposta do governo venezuelano:
A emissora estatal da Venezuela classificou a ação como um “sequestro” e uma “violação grave da soberania nacional e da Carta das Nações Unidas”. Autoridades chavistas acusaram os EUA de tentarem se apropriar de recursos minerais e do petróleo venezuelano.
13h23 | Divulgação de imagem:
Trump publicou a primeira fotografia de Maduro sob custódia. Na imagem, o ex-presidente aparece algemado, com os olhos cobertos e utilizando fones de ouvido.
13h40 | Administração de transição:
Durante coletiva realizada em Mar-a-Lago, Trump afirmou que os Estados Unidos assumiriam imediatamente a administração da Venezuela para assegurar uma “transição responsável”. Ele descartou apoio à opositora María Corina Machado, alegando que ela não teria capacidade para governar de forma independente.
Situação interna da Venezuela (15h00 – 18h40)
15h00 | Mudança de comando em Caracas:
A vice-presidente Delcy Rodríguez rejeitou a autoridade norte-americana e convocou um conselho especial de defesa. Ainda assim, a Suprema Corte venezuelana teria determinado que Rodríguez assumisse a presidência interina para manter a continuidade administrativa.
18h40 | Chegada a Nova York:
A aeronave militar que transportava Maduro pousou na Base Aérea de Stewart, em Nova York. Sob escolta de mais de uma dezena de agentes federais da DEA, ele foi visto algemado e vestindo roupas cinza. Em seguida, passou pelos procedimentos de registro, incluindo coleta de impressões digitais e fotografias oficiais.
Prisão (23h00)
Detenção no Brooklyn:
Nicolás Maduro teria sido encaminhado ao Centro de Detenção Metropolitano do Brooklyn, unidade que abriga outros detentos de grande notoriedade, como o rapper Sean “Diddy” Combs.
Próximos desdobramentos:
O ex-chefe de Estado venezuelano deverá comparecer a um tribunal federal em Manhattan na próxima semana, onde responderá por acusações de tráfico internacional de drogas e posse ilegal de armas de fogo.
Segundo fontes militares citadas pela CNN, nenhum soldado norte-americano teria morrido durante a operação, embora alguns tenham sofrido ferimentos causados por estilhaços ao longo dos confrontos em solo.



